9 de abr. de 2010

Como o cristianismo da ICAR é podre...



Leio diversos livros ao mesmo tempo, atualmente estou lendo "Espíritos Elementais" de Carlos A. Baccelli pelo espírito Paulino Garcia. Onde existe um trecho muito bom sobre o cristianismo.
... A reencarnação era aceita pela igreja até o ano de 553 de nossa era; Orígenes foi um de seus principais defensores, ao lado de tantos outros luminares do cristianismo nos primeiros séculos, todavia, no segundo Concílio de Constantinopla, decretou-se: "Todo aquele que defender a doutrina mística da preexistência da alma e a consequente assombrosa opiniãode que ela retorna, seja anátema". Em obediência aos caprichos de sua mulher Teodora, o imperador Justiniano, que não acatava a autoridade do Papa, opôs-se à tese reencarnacionista simplesmente pelo fato de que Teodora, que, no passado, se prostituíra, o influenciara na condenação à morte de suas quinhentas ex-colegas de Constantinopla... Os cristãos, que admitiam a a Reencarnação, passaram a chama-láde criminosam apregoando que, pela Lei do Carma, em vidas futuras, ela seria assassinada quinhentas vezes... A Palingenesia, uma Lei Divina, então foi extinta por um decreto humano, como se a Verdade pudesse existir ou deixar de existir sob o bico de uma pena...

ICAR - Igreja Católica Apostólica Romana.